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Mil desculpas
Claro que todos desejam, em meio as desilusões todas, acreditar que o momento de se sentir abaixo, é coisa de se passar, acreditam, é transparente, que num tempo que há de vir, risadas amenizaram tal coisa, é óbvio. o Ser maior nos escolheu pra ser tal coisa, e eu acredito nisso, a maioria dos meus dias, mas hoje não.
E nesse dia, de se marcar, os anos todos, 35 velinhas no total, Bolinha queria dizer, sinceramente ele queria, que o melhor fez, o melhor viveu, o melhor si deu, mas não, o sincero só diz, que o que ganhou de presente foi lágrimas, não dolorosas, mas sinceras e correntes, e como eu desgosto disso. Merda.
Como eu queria poder fazer ele crer na mentira de celebrar mais um de luta com orgulho. Mas cá entre nós, difícil é. encarar de frente, um desejo seu nos braços outros, que nem sei das intenções, momentâneas ou não, aproveitam e muito uma coisa que inté, pouco tempo, só sua é, e nada menos.
Queria não escrever isso, mas o presente que não sou íntimo nem de perto é o que quero pra ele, não agora.
E eu que vivia tão contente Tive, sim. Outro grande amor antes do teu. Tive, sim. O que ela sonhava eram os meus sonhos e assim, Íamos vivendo em paz.
 
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[ Leonardo Avelar ]

Mil desculpas

Claro que todos desejam, em meio as desilusões todas, acreditar que o momento de se sentir abaixo, é coisa de se passar, acreditam, é transparente, que num tempo que há de vir, risadas amenizaram tal coisa, é óbvio. o Ser maior nos escolheu pra ser tal coisa, e eu acredito nisso, a maioria dos meus dias, mas hoje não.

E nesse dia, de se marcar, os anos todos, 35 velinhas no total, Bolinha queria dizer, sinceramente ele queria, que o melhor fez, o melhor viveu, o melhor si deu, mas não, o sincero só diz, que o que ganhou de presente foi lágrimas, não dolorosas, mas sinceras e correntes, e como eu desgosto disso. Merda.

Como eu queria poder fazer ele crer na mentira de celebrar mais um de luta com orgulho. Mas cá entre nós, difícil é. encarar de frente, um desejo seu nos braços outros, que nem sei das intenções, momentâneas ou não, aproveitam e muito uma coisa que inté, pouco tempo, só sua é, e nada menos.

Queria não escrever isso, mas o presente que não sou íntimo nem de perto é o que quero pra ele, não agora.

E eu que vivia tão contente Tive, sim. Outro grande amor antes do teu. Tive, sim. O que ela sonhava eram os meus sonhos e assim, Íamos vivendo em paz.

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[ Leonardo Avelar ]

Parece que esta tudo diferentemas será que esta mesmo?Ou foi o olhar de quem vê?Chega a tarde vai o dia,vida volta a escurecer.Das coisas junto monteMonte esse muita coisanada fácil de escalarVira o tempo, viro esperaum difícil aquietar
…………..
No terceiro ano tudo é pressa de um tempo que se espera muito, e para Bolinha a espera já coçava e avermelhava, de tanto se esfregar, é um tempo que se sabe, determina todos os outros, tempo das escolhas, e de que, de alguma maneira, não se vive plenamente, dia a hora, parece que tem um outro eu querendo saber como vai se comportar em todas as situações, e como tem olhos grande esse eu, e oras, ele não deixa passar nada.
Lembrando Bolinha agora, ele consegue ver pontualmente todos os “sims” e “nãos” que o tornariam outra pessoa, ruim ou melhor, mas outra. Em sua cabeça, que só pra se machucar um pouco, ele lembra, com muito menos cabelos que gostaria, está marcado todos esses tempos, e ele mais que lembra, consegue sentir o cheiro.
O tempo é uma coisa que realmente se esvai. Do aqui ao ali, menos que segundo. E pior, depois se perde mais não sei quantas horas tentando recuperar esse tempo que não se encontra mais, tempo em aceitar pra lá deixar. Bateria arriada.
Nesse tempo de colégio, deixamos de ser meninos, sem vontade parar de pensar em ser jogador de futebol famoso ou guitarrista de banda gigante, pra querer ser engenheiro, advogado ou outra coisa que nossos pais desejam como caminho certo, coisas das quais sabemos o nome, mas nada mais que isso. Opções de curso que escolhemos pela seguinte equação, concorrentes divididos pelo esforço que vamos dedicar ao estudo. Bolinha escolheu uma opção com poucos candidatos/vaga.
Curso barato e de fácil acesso, com gente que acreditava junto, apoiando em cima. Uma promessa, mas o dia a dia das contas e matérias iguais com predicados diferentes, não trazia o sorriso de ir, dia a dia no ônibus vermelho. E antes que acabasse com ele, o curso largou.
Voltou para fantasticar a vida, encarou o preço e as perdas disso, encarou o demorar do resultado, encarou o tempo. E nesse tempo de lembranças de fotos amareladas, ele viu que era bom, e veio a tarde e a manhã. Terceiro dia.
 
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[ Leonardo Avelar ]

Parece que esta tudo diferente
mas será que esta mesmo?
Ou foi o olhar de quem vê?
Chega a tarde vai o dia,
vida volta a escurecer.

Das coisas junto monte
Monte esse muita coisa
nada fácil de escalar
Vira o tempo, viro espera
um difícil aquietar

…………..

No terceiro ano tudo é pressa de um tempo que se espera muito, e para Bolinha a espera já coçava e avermelhava, de tanto se esfregar, é um tempo que se sabe, determina todos os outros, tempo das escolhas, e de que, de alguma maneira, não se vive plenamente, dia a hora, parece que tem um outro eu querendo saber como vai se comportar em todas as situações, e como tem olhos grande esse eu, e oras, ele não deixa passar nada.

Lembrando Bolinha agora, ele consegue ver pontualmente todos os “sims” e “nãos” que o tornariam outra pessoa, ruim ou melhor, mas outra. Em sua cabeça, que só pra se machucar um pouco, ele lembra, com muito menos cabelos que gostaria, está marcado todos esses tempos, e ele mais que lembra, consegue sentir o cheiro.

O tempo é uma coisa que realmente se esvai. Do aqui ao ali, menos que segundo. E pior, depois se perde mais não sei quantas horas tentando recuperar esse tempo que não se encontra mais, tempo em aceitar pra lá deixar. Bateria arriada.

Nesse tempo de colégio, deixamos de ser meninos, sem vontade parar de pensar em ser jogador de futebol famoso ou guitarrista de banda gigante, pra querer ser engenheiro, advogado ou outra coisa que nossos pais desejam como caminho certo, coisas das quais sabemos o nome, mas nada mais que isso. Opções de curso que escolhemos pela seguinte equação, concorrentes divididos pelo esforço que vamos dedicar ao estudo. Bolinha escolheu uma opção com poucos candidatos/vaga.

Curso barato e de fácil acesso, com gente que acreditava junto, apoiando em cima. Uma promessa, mas o dia a dia das contas e matérias iguais com predicados diferentes, não trazia o sorriso de ir, dia a dia no ônibus vermelho. E antes que acabasse com ele, o curso largou.

Voltou para fantasticar a vida, encarou o preço e as perdas disso, encarou o demorar do resultado, encarou o tempo. E nesse tempo de lembranças de fotos amareladas, ele viu que era bom, e veio a tarde e a manhã. Terceiro dia.

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[ Leonardo Avelar ]

Gênesis 1
No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Nesse espaço de tempo de tamanhos gigantes, surge assim, meio sem jeito, Bolinha, menino bom que ele só, coisa fina, de coisa atoa, veio do amor, coisa primeira, enchendo o dia, dando trabalho pra quem gosta de estar junto, bem pequeno, com parte defeituosas, dando trabalho. E Deus chamou à luz Dia, ao menino Bolinha. e às trevas chamou Noite, e ao pedaço que falta, solidão. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. 
E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E separou-se então joio do trigo, mesmo que não se entenda o ser joio, sabe-se de sempre em sempre que coisa má há de ser, pois de mãe pra mãe se fala, e assim por diante, como coisa que se deve ficar longe, como fio desencapado, panela fervendo e bicho peçonhento. E fez Deus a expansão, e fez a separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão, e assim foi. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
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[ Leonardo Avelar ]

Gênesis 1

No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Nesse espaço de tempo de tamanhos gigantes, surge assim, meio sem jeito, Bolinha, menino bom que ele só, coisa fina, de coisa atoa, veio do amor, coisa primeira, enchendo o dia, dando trabalho pra quem gosta de estar junto, bem pequeno, com parte defeituosas, dando trabalho. E Deus chamou à luz Dia, ao menino Bolinha. e às trevas chamou Noite, e ao pedaço que falta, solidão. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. 

E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E separou-se então joio do trigo, mesmo que não se entenda o ser joio, sabe-se de sempre em sempre que coisa má há de ser, pois de mãe pra mãe se fala, e assim por diante, como coisa que se deve ficar longe, como fio desencapado, panela fervendo e bicho peçonhento. E fez Deus a expansão, e fez a separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão, e assim foi. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.

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[ Leonardo Avelar ]

Roçar
Bolinha está no trem, de cochilo, bom assim que a gente pode falar dele, baixinho, pra não despertar. Bolinha tem uma dúvida, talvez a maior, ou melhor, talvez maior que o amor. o porque da escolha, do como fazer.
por partes… vou sussurrar no ouvido, pois dizem que no sono se pode aprender, e assim, de manso, talvez ele guarde alguma coisa que preste nessa sua cabeça dura, então … o ato de querer alguma coisa é o mesmo que deixar de querer todas as outras do gênero, mais do que isso é angústia.
Bolinha tem um querer em mente e se pergunta, será? ela não usa saia como gosta e ele se pergunta, será? ela não conta piadas o tempo todo e ele se pergunta, será? ela não faz bola de chiclete e ele se pergunta, será? os amigos acham que não, os nem tanto acham que sim, o problema é que quando contamos algo, o nosso egoísmo só enxerga o nosso ponto de vista das relações conflitas, e os queridos amigos querem mesmo é nos defender. mania boa.
Bolinha gosta de filmes, pois neles existe sempre encontros inesperados e combinações mágicas que os românticos que os escrevem, sonhavam acontecer nas vidas próprias, pra querer um enfim, viverem felizes para sempre. mas esse encontro foi assim não, pra começar quem quis primeiro foi a moça, por estranho que seja foi, e ele não soube o que fazer, ele dúvida, ela querer.
Bolinha quer demais e por demais perde por isso. já falei até mas não me escuta, gosta de fazer cara de bravo e passar pra frente o não. vai gostar. tá ficando velho, cansei de avisar.
Bolinha não se perdoa, inventa motivos, foge do enfrentamento, pois escolher amar é como escolher um lugar, é escolher deixar de estar em tantos outros pra nesse pisar forte, ser real aqui. parar de fazer turismo, criar raiz. ser encontro. meu medo é achar que o tempo dele tá que passa rápido, e de longe vejo, vejo o trem da vida passar trilhos e trilhos e esse roteiro escrito a lápis, mudar a cada estação.
pensando bem vou falar bem alto, quem sabe assim Bolinha acorda:
O AMOR É A SOMA DE TUDO. DE TUDO QUE FIZEMOS, DE TUDO QUE GOSTAMOS, SENTIMOS E QUEREMOS. E SE SOMAR OS DOIS LADOS E AINDA QUERER. ACREDITE NA VONTADE!

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[ Leonardo Avelar ]

Roçar

Bolinha está no trem, de cochilo, bom assim que a gente pode falar dele, baixinho, pra não despertar. Bolinha tem uma dúvida, talvez a maior, ou melhor, talvez maior que o amor. o porque da escolha, do como fazer.

por partes… vou sussurrar no ouvido, pois dizem que no sono se pode aprender, e assim, de manso, talvez ele guarde alguma coisa que preste nessa sua cabeça dura, então … o ato de querer alguma coisa é o mesmo que deixar de querer todas as outras do gênero, mais do que isso é angústia.

Bolinha tem um querer em mente e se pergunta, será? ela não usa saia como gosta e ele se pergunta, será? ela não conta piadas o tempo todo e ele se pergunta, será? ela não faz bola de chiclete e ele se pergunta, será? os amigos acham que não, os nem tanto acham que sim, o problema é que quando contamos algo, o nosso egoísmo só enxerga o nosso ponto de vista das relações conflitas, e os queridos amigos querem mesmo é nos defender. mania boa.

Bolinha gosta de filmes, pois neles existe sempre encontros inesperados e combinações mágicas que os românticos que os escrevem, sonhavam acontecer nas vidas próprias, pra querer um enfim, viverem felizes para sempre. mas esse encontro foi assim não, pra começar quem quis primeiro foi a moça, por estranho que seja foi, e ele não soube o que fazer, ele dúvida, ela querer.

Bolinha quer demais e por demais perde por isso. já falei até mas não me escuta, gosta de fazer cara de bravo e passar pra frente o não. vai gostar. tá ficando velho, cansei de avisar.

Bolinha não se perdoa, inventa motivos, foge do enfrentamento, pois escolher amar é como escolher um lugar, é escolher deixar de estar em tantos outros pra nesse pisar forte, ser real aqui. parar de fazer turismo, criar raiz. ser encontro. meu medo é achar que o tempo dele tá que passa rápido, e de longe vejo, vejo o trem da vida passar trilhos e trilhos e esse roteiro escrito a lápis, mudar a cada estação.

pensando bem vou falar bem alto, quem sabe assim Bolinha acorda:

O AMOR É A SOMA DE TUDO. DE TUDO QUE FIZEMOS, DE TUDO QUE GOSTAMOS, SENTIMOS E QUEREMOS. E SE SOMAR OS DOIS LADOS E AINDA QUERER. ACREDITE NA VONTADE!

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[ Leonardo Avelar ]

Mendes
‎É querer estar num lugar só,inteiro.escolher, essee só.do que ficar em pedacinhosem tantos outros de passagem.
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[ Leonardo Avelar ]

Mendes

‎É querer estar num lugar só,
inteiro.
escolher, 
esse
e só.
do que ficar em pedacinhos
em tantos outros 
de passagem.

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[ Leonardo Avelar ]

Francesa
Pensei muito no dia de ontem e nos de antes, e pensei bem. Pensei no orgulho e no peso dele, e pensei bem. Apesar dos pesares, dos atos despropositados eu quero estar, mesmo que não junto.Quero passar pra frente. Prefiro isso do que o simples deixa e que se… nada disso, eu sinto, e acredito e sempre vou acreditar no que eu sinto, que somos mais que isso, e acredito que você é muita coisa.Mas mesmo assim, pra mim, ficar junto é mais que isso. Mais que os pesares todos.Mas tanto é um sentimento meu, e só. O que você sente eu só posso supor, e como desliga sempre o face quando te aperto,fico só com as suposições, e assim pra mim não dá, finita o querer.Mas virar as costas seria fácil, mas o fácil pra mim não me comove. Gosto do gasto.Então me afasto sem querer sumir. Quero ajudar. E quero muito. Mas quero deixar você respirar.Não sei dizer se alguém errou, mas acho melhor assim. Afinal nem nada tenho pra tomar partido, e sofrer por algo que nem tive, e de se despedaçar por pouco.Tenho carinho sim, e tanto. Tenho vontade sim, e muita. Mas o futuro me dirá se ela acaba ou aumenta. se fica só um ou os dois.Agora sendo prático, deixo o respeito. É o de valor que posso te dar no momento.Assim passo a bola pra voçê. Depende do seu querer, o cuidar de você mesma.
……………………………………………. Leonardo Avelar

Francesa

Pensei muito no dia de ontem e nos de antes, e pensei bem. Pensei no orgulho e no peso dele, e pensei bem. Apesar dos pesares, dos atos despropositados eu quero estar, mesmo que não junto.Quero passar pra frente. Prefiro isso do que o simples deixa e que se… nada disso, eu sinto, e acredito e sempre vou acreditar no que eu sinto, que somos mais que isso, e acredito que você é muita coisa.
Mas mesmo assim, pra mim, ficar junto é mais que isso. Mais que os pesares todos.Mas tanto é um sentimento meu, e só. O que você sente eu só posso supor, e como desliga sempre o face quando te aperto,fico só com as suposições, e assim pra mim não dá, finita o querer.
Mas virar as costas seria fácil, mas o fácil pra mim não me comove. Gosto do gasto.Então me afasto sem querer sumir. Quero ajudar. E quero muito. Mas quero deixar você respirar.
Não sei dizer se alguém errou, mas acho melhor assim. Afinal nem nada tenho pra tomar partido, e sofrer por algo que nem tive, e de se despedaçar por pouco.Tenho carinho sim, e tanto. Tenho vontade sim, e muita. Mas o futuro me dirá se ela acaba ou aumenta. se fica só um ou os dois.
Agora sendo prático, deixo o respeito. É o de valor que posso te dar no momento.
Assim passo a bola pra voçê. Depende do seu querer, o cuidar de você mesma.

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Leonardo Avelar

Cheiro
Hoje tentei lembrar de você,do nosso junto,do nosso espelho.Fechei os olhos pra ver melhor.E assim percorri nossos caminhosNossas indas e vindasDas coisas boasDo nosso primeiro beijo.Hoje tentei lembrar de você,do nosso crescer,do nosso todo.Voltei a lugares conhecidosE assim reconheci nossos gostos Nossas horas e diasEntre sabores bonsDe jantares longos.Hoje tentei lembrar de você,do nosso amadurecer,do nosso daqui pra sempre.Coloquei nossas trilhasAssim combinadas nossasUm pouco de Belchior e LegiãoMuito de Los Hermanos.Em alto e bom som.Hoje tentei lembrar de você,do nosso querer todo,do compromisso.Andei pelos sentidos sem conseguirPois imaginar só já não queriaEra preciso sentirE um turbilhão se fezAo abrir o seu frascoPequeno frasco perfumadoE então eu não só lembreiEuTodo entregaPude viver O que é sentir Vocé Inteira.

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[ Leonardo Avelar ]

Cheiro

Hoje tentei lembrar de você,
do nosso junto,
do nosso espelho.

Fechei os olhos pra ver melhor.
E assim percorri nossos caminhos
Nossas indas e vindas
Das coisas boas
Do nosso primeiro beijo.

Hoje tentei lembrar de você,
do nosso crescer,
do nosso todo.

Voltei a lugares conhecidos
E assim reconheci nossos gostos 
Nossas horas e dias
Entre sabores bons
De jantares longos.

Hoje tentei lembrar de você,
do nosso amadurecer,
do nosso daqui pra sempre.

Coloquei nossas trilhas
Assim combinadas nossas
Um pouco de Belchior e Legião
Muito de Los Hermanos.
Em alto e bom som.

Hoje tentei lembrar de você,
do nosso querer todo,
do compromisso.

Andei pelos sentidos sem conseguir
Pois imaginar só já não queria
Era preciso sentir
E um turbilhão se fez
Ao abrir o seu frasco
Pequeno frasco perfumado
E então eu não só lembrei

Eu
Todo entrega
Pude viver 
O que é sentir 
Vocé 
Inteira.

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[ Leonardo Avelar ]

Nostalgia
Davi, grande nome, diz o livro que foi o maior rei, mas o que ficou, pra mim, foi o substantivo estrela, a orientação, se tempos tantos atrás guiou os três, talvez, tempos agora guie a mim, nesse nosso tentar entre produção, controller, atendimento e agora redator. um dos sonhos maiores.
Talvez eu me encontre sim.
Confidenciar uma coisa, saindo daí e chegando ali na academia, os pesos, tão habituais por tempos, se descobriram somados. onde levantava 35, nem 20 subia, e assim por assim, menor fiquei, me senti fraco. fisicamente.
Talvez eu me perca sim.
Compartilhar uma coisa, chegando de lá e chegando aqui, minha casa, tão habitual por anos, se descobre mudada, onde se via uma mesa, agora caixinhas, fios, plugs e manuais de instrução. tinha chegado o esperado celular que mãe comprou, e assim por assim, maior fiquei, ensinando como por foto, música preferida e a ligar o viva voz. me senti vivo. emocionalmente.Minha mãe esperava por mim pra contar, dividir, somar. Queria estrear comigo todas as funções possíveis de um aparelho novo, desconhecido e esperado, mas que logo ficou pra depois, quando as risadas e beijos de cada botão descoberto, se fez presente.
………………E é com isso que eu penso, melhor, que sinto, pra poder falar de mãe. Pra falar do ofício.……………..
Ser mãe é ser espera, um desapego. Um dom. Um amor ao próximo maior que a si mesmo. Um ensinamento. Um lugar de estar, como aquela árvore conhecida, de onde sempre se pode contar com a sombra.
É um querer bem tão puro, que chamar de amor é diminuir o sentimento.E assim é a minha, E assim é a sua. E assim é você.Mãe é tudo igual. Por isso, única!
Nosso sincero carinho, nesse dia de lembranças, que não apaga o querer bem, de todos os outros.
 
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[ Leonardo Avelar ]

Nostalgia


Davi, grande nome, diz o livro que foi o maior rei, mas o que ficou, pra mim, foi o substantivo estrela, a orientação, se tempos tantos atrás guiou os três, talvez, tempos agora guie a mim, nesse nosso tentar entre produção, controller, atendimento e agora redator. um dos sonhos maiores.

Talvez eu me encontre sim.

Confidenciar uma coisa, saindo daí e chegando ali na academia, os pesos, tão habituais por tempos, se descobriram somados. onde levantava 35, nem 20 subia, e assim por assim, menor fiquei, me senti fraco. fisicamente.

Talvez eu me perca sim.

Compartilhar uma coisa, chegando de lá e chegando aqui, minha casa, tão habitual por anos, se descobre mudada, onde se via uma mesa, agora caixinhas, fios, plugs e manuais de instrução. tinha chegado o esperado celular que mãe comprou, e assim por assim, maior fiquei, ensinando como por foto, música preferida e a ligar o viva voz. me senti vivo. emocionalmente.
Minha mãe esperava por mim pra contar, dividir, somar. Queria estrear comigo todas as funções possíveis de um aparelho novo, desconhecido e esperado, mas que logo ficou pra depois, quando as risadas e beijos de cada botão descoberto, se fez presente.

………………
E é com isso que eu penso, melhor, que sinto, pra poder falar de mãe. Pra falar do ofício.
……………..

Ser mãe é ser espera, um desapego. Um dom. Um amor ao próximo maior que a si mesmo. Um ensinamento. Um lugar de estar, como aquela árvore conhecida, de onde sempre se pode contar com a sombra.

É um querer bem tão puro, que chamar de amor é diminuir o sentimento.
E assim é a minha, E assim é a sua. E assim é você.
Mãe é tudo igual. P
or isso, única!

Nosso sincero carinho, nesse dia de lembranças, que não apaga o querer bem, de todos os outros.

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[ Leonardo Avelar ]

22:40
te contar uma coisa; sim; acho que já comecei a dizer, eu estava em dias negros, cinzentos; sim; perdi algumas coisas que pra mim eram tantas e por dever de ofício, do humano, eu queria desistir, tava estranho, sem nem gostar de mim, sem cor.
ae … sem rodeios, você apareceu, me despertou coisas sim, que gosto de ter e eu já tinha visto esse filme, e então fiz as contas e os meus 500 dias iam dar exato dia 4 de dezembro do ano passado, dia que a gente ia encontrar de novo.
cheguei a pensar que você seria. meu outono; mas; não sei o que você pensa ao saber disso; que não posso ser; bom… é isso.
 ;me desculpe, mas não posso ser o outono de ninguém; 
me desculpe, mas você pode ser muita coisa.
 
 
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[ Leonardo Avelar ]

22:40

te contar uma coisa; sim; acho que já comecei a dizer, eu estava em dias negros, cinzentos; sim; perdi algumas coisas que pra mim eram tantas e por dever de ofício, do humano, eu queria desistir, tava estranho, sem nem gostar de mim, sem cor.

ae … sem rodeios, você apareceu, me despertou coisas sim, que gosto de ter e eu já tinha visto esse filme, e então fiz as contas e os meus 500 dias iam dar exato dia 4 de dezembro do ano passado, dia que a gente ia encontrar de novo.

cheguei a pensar que você seria. meu outono; mas; não sei o que você pensa ao saber disso; que não posso ser; bom… é isso.

 ;me desculpe, mas não posso ser o outono de ninguém; 

me desculpe, mas você pode ser muita coisa.

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[ Leonardo Avelar ]

f.
e que fazer se agora estou normal, e poucas coisas ao redor me fazem mal, sem tem o que me apoiar, no meu lamoriar constante, e o que fazer se o sorriso sai fácil então, se o peso das coisas emagreceram, em que pensar agora se o fim não é mais um querer.
o que temer agora se perto de mim, o amor cresce cresce, se agora as cores aumentam e o meu olhar bate o pé quando olho pra baixo, o que fazer se o que arranha a pele passa logo logo e a correria do desejo de querer quer mais devagar se ajeita.
beco
e começa com Elvis e termina com red hot.
a vida se descobriu vermelha, e que é cinza é coisa minha, mas o desbotar que insistia, isso não mais.

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[ Leonardo Avelar ]

f.

e que fazer se agora estou normal, e poucas coisas ao redor me fazem mal, sem tem o que me apoiar, no meu lamoriar constante, e o que fazer se o sorriso sai fácil então, se o peso das coisas emagreceram, em que pensar agora se o fim não é mais um querer.

o que temer agora se perto de mim, o amor cresce cresce, se agora as cores aumentam e o meu olhar bate o pé quando olho pra baixo, o que fazer se o que arranha a pele passa logo logo e a correria do desejo de querer quer mais devagar se ajeita.

beco

e começa com Elvis e termina com red hot.

a vida se descobriu vermelha, e que é cinza é coisa minha, mas o desbotar que insistia, isso não mais.

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[ Leonardo Avelar ]

(Source: notes.analogdialog.com)

Rubra
ahh… estou bem, tateando o vento. sem o encosto da dor, do não. sim, eu estou bem. por momento breve que sei, esse agora, durante as letras de tipo, digito o bem, que estou nele. sinto calor mas não me apavora, o que me apavora é a falta dos meus medos.
o caminho já é quiném chegar, ar, coisa que busco, aqui agora, a beira, me esbarrando enfim. fim. se foram felizes para sempre for isso, é bom, mas achei que era mais, afinal, tenho que valorizar a minha dor. mesmo que passada. e que passa bem. e e que fique doendo por lá.
pensei que me reconhecia assim, menor, mas é jeito de se pensar, pensamentos vem e vão, água e areia, e o meu incendeia é maior, bem maior que o nó. nunca pensei mas é. e pior é ter vergonha de ter orgulho disso, mas estou aprendendo.
e se não tivesse o amor? pra que nada seria. não mais tsc tsc, deixo o tempo levar, devagar sei que foi, demorar sei que vai, mas me falta o amor e esse eu sei esperar. e do jeito que me encontro enamorado com a vida, acho que de longe já consigo espiar, e o que vejo são filhotes de elefantes, meias listradas e água gelada com chocolate.
conselhos repetidos, tolos e de bom grado. se é pra somar venha a mim, as vezes ou sempre temos que perder pra ganhar muito depois, nem que pra isso a vaca tenha que ir pro brejo e os seus pés elamear.
Deus nos detalhes e imensidão no agir. Um por vez.
e da madrugada eu irei sempre gostar.

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[ Leonardo Avelar ]

Rubra

ahh… estou bem, tateando o vento. sem o encosto da dor, do não. sim, eu estou bem. por momento breve que sei, esse agora, durante as letras de tipo, digito o bem, que estou nele. sinto calor mas não me apavora, o que me apavora é a falta dos meus medos.

o caminho já é quiném chegar, ar, coisa que busco, aqui agora, a beira, me esbarrando enfim. fim. se foram felizes para sempre for isso, é bom, mas achei que era mais, afinal, tenho que valorizar a minha dor. mesmo que passada. e que passa bem. e e que fique doendo por lá.

pensei que me reconhecia assim, menor, mas é jeito de se pensar, pensamentos vem e vão, água e areia, e o meu incendeia é maior, bem maior que o nó. nunca pensei mas é. e pior é ter vergonha de ter orgulho disso, mas estou aprendendo.

e se não tivesse o amor? pra que nada seria. não mais tsc tsc, deixo o tempo levar, devagar sei que foi, demorar sei que vai, mas me falta o amor e esse eu sei esperar. e do jeito que me encontro enamorado com a vida, acho que de longe já consigo espiar, e o que vejo são filhotes de elefantes, meias listradas e água gelada com chocolate.

conselhos repetidos, tolos e de bom grado. se é pra somar venha a mim, as vezes ou sempre temos que perder pra ganhar muito depois, nem que pra isso a vaca tenha que ir pro brejo e os seus pés elamear.

Deus nos detalhes e imensidão no agir. Um por vez.

e da madrugada eu irei sempre gostar.

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[ Leonardo Avelar ]

Cabeça

meu filho, vou cuidar pra sempre do seu bem.presente gigante,que engana os dias cinzas e colore todos os outros.coisa toda,de alegria de estar junto,da saudade do por perto,das coisas que faremos.dizer que amo é diminuir o sentimento.
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[ Leonardo Avelar ]

Cabeça

meu filho, 
vou cuidar pra sempre do seu bem.

presente gigante,
que engana os dias cinzas 
e colore todos os outros.

coisa toda,
de alegria de estar junto,
da saudade do por perto,
das coisas que faremos.

dizer que amo é diminuir o sentimento.

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[ Leonardo Avelar ]

Moçoila
Hoje, nem tão menino, ele esteve a olhar fotos da escola, algumas. 
Algumas, mas devagar…Por horas olhando seus olhos, pele, boca, cabelo, sorriso, e corpo, como eram antes.E claro, percebendo a passagem de uns por cima dos outros, memorando os beijos pedidos, seus bilhetes com “x” e as várias faces do todo. Revirando sua caixa de sapatos, suas cartas desbotadas ainda escritas a mão,lembrou de segredos bons, de tempos mais brandos, e deixou escorrer os olhos, sem culpa, como da primeira vez.Um desses bons segredos, desses que a viva conta baixinho e que podem nos acompanhar bem pra lá do depois, pode bem ser um segredo assim: O menino vê a menina e se encanta, vem o frio e o calor, o medo de ir se junta com a vontade de querer estar junto. Imediato canto.A Moçoila ainda pequena, usa saia com bolinhas e pulseiras coloridas.Coisas de menina e ela gosta disso.Ele procura saber e descobre que ela não gosta do escuro e nem do trovão. Não gosta de não ser amada., gosta de se sentir segura. Gosta do sorriso fácil, do dia cheio e o do viver leve.Ele já gosta. Mas é segredo!!! Ele tem poucos anos e sendo assim, torce para o seu time, assiste desenhos animados e masca chicletes.Coisas de menino e ele gosta disso.Tudo ainda é grande demais, infinito demais pra se pensar em juntar, planejar, escolher… por hora é só viver.Mas belo dia, numa tarde de uma terça qualquer, um “oi”. Ruborizar da pele. E o jamais se torna - porque não?Ele uma vez pensou que era pequeno, que não tinha muito a somar, uma vez pensou sim. Uma vez olhou pra ela, e disse: Que bom você aqui, minha escolhida! E outro dia olhou pra ela e pensou isso de novo, e de novo, e de novo…Viu aumentar, seu sorriso sincero, seu desejo de querer bem, por apenas querer. E os dois gostaram disso.E souberam esperar nesses dias tantos, comemorar o tanto juntos.Do bem danado que faz, o ir e vir do receber carinho.Da troca. Do ser cúmplice.Porque andar sozinho, se podiam agora juntos flutuar?…………………………………[ Leonardo Avelar ]

Moçoila

Hoje, nem tão menino, ele esteve a olhar fotos da escola, algumas. 

Algumas, mas devagar…

Por horas olhando seus olhos, pele, boca, 
cabelo, sorriso, e corpo, como eram antes.
E claro, percebendo a passagem de uns por cima dos outros, 
memorando os beijos pedidos, seus bilhetes com “x” e as várias faces do todo. 

Revirando sua caixa de sapatos, suas cartas desbotadas ainda escritas a mão,
lembrou de segredos bons, de tempos mais brandos, 
e deixou escorrer os olhos, sem culpa, como da primeira vez.

Um desses bons segredos, desses que a viva conta baixinho 
e que podem nos acompanhar bem pra lá do depois, 
pode bem ser um segredo assim: 

O menino vê a menina e se encanta, vem o frio e o calor, 
o medo de ir se junta com a vontade de querer estar junto. 
Imediato canto.

A Moçoila ainda pequena, usa saia com bolinhas e pulseiras coloridas.
Coisas de menina e ela gosta disso.

Ele procura saber e descobre que ela não gosta do escuro e nem do trovão. 
Não gosta de não ser amada., gosta de se sentir segura. 
Gosta do sorriso fácil, do dia cheio e o do viver leve.

Ele já gosta. Mas é segredo!!! 
Ele tem poucos anos e sendo assim, 
torce para o seu time, assiste desenhos animados e masca chicletes.
Coisas de menino e ele gosta disso.

Tudo ainda é grande demais, infinito demais pra se pensar em juntar, 
planejar, escolher… por hora é só viver.

Mas belo dia, numa tarde de uma terça qualquer, um “oi”. 
Ruborizar da pele. E o jamais se torna - porque não?

Ele uma vez pensou que era pequeno, que não tinha muito a somar, 
uma vez pensou sim. 
Uma vez olhou pra ela, e disse: Que bom você aqui, minha escolhida! 
E outro dia olhou pra ela e pensou isso de novo, e de novo, e de novo…

Viu aumentar, seu sorriso sincero, seu desejo de querer bem, por apenas querer. 
E os dois gostaram disso.

E souberam esperar nesses dias tantos, comemorar o tanto juntos.
Do bem danado que faz, o ir e vir do receber carinho.
Da troca. Do ser cúmplice.

Porque andar sozinho, se podiam agora juntos flutuar?

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[ Leonardo Avelar ]

Hoje me sinto decepcionado, e por assim direi diretamente a quem, dama de preto, repudiada, mal vista e bem menos ainda desejada, juro que tento te entender, durante os meus anos, e até ia me saindo bem, mas me parece que por pura vaidade me enfretastes assim, e pior, não comigo, mas com quem gosto e estava aprendendo de vez só a gostar mais, pra mim és uma invejosa, invejosa da sua irmã vida, tão presente no momento em que quis roubar a cena, sem ser chamada, penetra, teve inveja sim, do compartilhar, da intimidade, da costumar que os meus tem com a beleza da vida, do gostar de estar junto, do tão bom que estava, me esperou pegar no sono cansaço, pra me por essa pedra no caminho, e por narciso, findou um caminho que ia belo, como belo foi até agora. Inveja dos demais, por demais ser só.
Confesso que, tenho medo agora, nunca me encontrei contigo assim, de quase frente, de rasteira. De agora em diante olho pra trás, pra ver se esgueira querendo mais aprontar. Ou será só isso mesmo? Querer definhar meus sonhos, de viver mais, e junto e bem.
Tem inveja da nossa humanidade. Do nosso poder ver esperança. De poder ver/fazer coisas belas. Tem inveja da nossa cor, do nosso poder colorir. Coisa negra, coisa preta, escuro e pó. De engolir a luz dos outros, deve ser por isso, vive da perda. 
Juro que tinha por mim te entender em vida. Dessa enterna renovação da vida humana, cheguei a ter dó. Dessa eterno trabalho de noticiar o pior. Mas não mais… foi agressiva demais e sinto como que foi pessoal. 
Tenho medo, mas quando chegar o meu dia, vou te encarar de frente, nessa sua casca de cigarra vazia e contar tudo o que fiz, de todas as oportunidades de alegria e prazer que tive, e enquanto rasga a minha alma mais uma vez, rir da sua sua inveja de não poder sentir.

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[ Leonardo Avelar ]

Hoje me sinto decepcionado, e por assim direi diretamente a quem, dama de preto, repudiada, mal vista e bem menos ainda desejada, juro que tento te entender, durante os meus anos, e até ia me saindo bem, mas me parece que por pura vaidade me enfretastes assim, e pior, não comigo, mas com quem gosto e estava aprendendo de vez só a gostar mais, pra mim és uma invejosa, invejosa da sua irmã vida, tão presente no momento em que quis roubar a cena, sem ser chamada, penetra, teve inveja sim, do compartilhar, da intimidade, da costumar que os meus tem com a beleza da vida, do gostar de estar junto, do tão bom que estava, me esperou pegar no sono cansaço, pra me por essa pedra no caminho, e por narciso, findou um caminho que ia belo, como belo foi até agora. Inveja dos demais, por demais ser só.

Confesso que, tenho medo agora, nunca me encontrei contigo assim, de quase frente, de rasteira. De agora em diante olho pra trás, pra ver se esgueira querendo mais aprontar. Ou será só isso mesmo? Querer definhar meus sonhos, de viver mais, e junto e bem.

Tem inveja da nossa humanidade. Do nosso poder ver esperança. De poder ver/fazer coisas belas. Tem inveja da nossa cor, do nosso poder colorir. Coisa negra, coisa preta, escuro e pó. De engolir a luz dos outros, deve ser por isso, vive da perda.

Juro que tinha por mim te entender em vida. Dessa enterna renovação da vida humana, cheguei a ter dó. Dessa eterno trabalho de noticiar o pior. Mas não mais… foi agressiva demais e sinto como que foi pessoal. 

Tenho medo, mas quando chegar o meu dia, vou te encarar de frente, nessa sua casca de cigarra vazia e contar tudo o que fiz, de todas as oportunidades de alegria e prazer que tive, e enquanto rasga a minha alma mais uma vez, rir da sua sua inveja de não poder sentir.

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[ Leonardo Avelar ]

O silêncio é uma folha de papel em branco
O que existe se não o silêncio interrompido? Toda fala e toda a escuta entre as pausas, entre vírgulas, nem sempre amigas, suspiros de querer. 
O que fazer sem suas pausas? Sem a certeza de chegar e ver de novo? 
coisa toda,
de alegria de estar junto,da saudade do por perto e das coisas que faremos.
Fico em silêncio, de espelho de mim, pra sentir os pormenores da gigante vontade. Um ganhar por dia, que a sorte divina, faz renascer as oito e meia, e meia volta eu vou dando, enganando os do contra que insiste a incomodar. 
Vou por um ponto final pra viver o presente.
presente gigante,
que engana os dias cinzas e colore todos os outros.
Sei que a gente se esbarra, pois 24 horas bom é ilusão de tudo, querer se enganar, pois tem todo o certo e o errado, mas tem também todo o resto!
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[ Leonardo Avelar ] 

O silêncio é uma folha de papel em branco

O que existe se não o silêncio interrompido? Toda fala e toda a escuta entre as pausas, entre vírgulas, nem sempre amigas, suspiros de querer. 

O que fazer sem suas pausas? Sem a certeza de chegar e ver de novo? 

coisa toda,

de alegria de estar junto,
da saudade do por perto e das coisas que faremos.

Fico em silêncio, de espelho de mim, pra sentir os pormenores da gigante vontade. Um ganhar por dia, que a sorte divina, faz renascer as oito e meia, e meia volta eu vou dando, enganando os do contra que insiste a incomodar. 

Vou por um ponto final pra viver o presente.

presente gigante,

que engana os dias cinzas 
e colore todos os outros.

Sei que a gente se esbarra, pois 24 horas bom é ilusão de tudo, querer se enganar, pois tem todo o certo e o errado, mas tem também todo o resto!

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[ Leonardo Avelar ] 

Mil desculpas
Claro que todos desejam, em meio as desilusões todas, acreditar que o momento de se sentir abaixo, é coisa de se passar, acreditam, é transparente, que num tempo que há de vir, risadas amenizaram tal coisa, é óbvio. o Ser maior nos escolheu pra ser tal coisa, e eu acredito nisso, a maioria dos meus dias, mas hoje não.
E nesse dia, de se marcar, os anos todos, 35 velinhas no total, Bolinha queria dizer, sinceramente ele queria, que o melhor fez, o melhor viveu, o melhor si deu, mas não, o sincero só diz, que o que ganhou de presente foi lágrimas, não dolorosas, mas sinceras e correntes, e como eu desgosto disso. Merda.
Como eu queria poder fazer ele crer na mentira de celebrar mais um de luta com orgulho. Mas cá entre nós, difícil é. encarar de frente, um desejo seu nos braços outros, que nem sei das intenções, momentâneas ou não, aproveitam e muito uma coisa que inté, pouco tempo, só sua é, e nada menos.
Queria não escrever isso, mas o presente que não sou íntimo nem de perto é o que quero pra ele, não agora.
E eu que vivia tão contente Tive, sim. Outro grande amor antes do teu. Tive, sim. O que ela sonhava eram os meus sonhos e assim, Íamos vivendo em paz.
 
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[ Leonardo Avelar ]

Mil desculpas

Claro que todos desejam, em meio as desilusões todas, acreditar que o momento de se sentir abaixo, é coisa de se passar, acreditam, é transparente, que num tempo que há de vir, risadas amenizaram tal coisa, é óbvio. o Ser maior nos escolheu pra ser tal coisa, e eu acredito nisso, a maioria dos meus dias, mas hoje não.

E nesse dia, de se marcar, os anos todos, 35 velinhas no total, Bolinha queria dizer, sinceramente ele queria, que o melhor fez, o melhor viveu, o melhor si deu, mas não, o sincero só diz, que o que ganhou de presente foi lágrimas, não dolorosas, mas sinceras e correntes, e como eu desgosto disso. Merda.

Como eu queria poder fazer ele crer na mentira de celebrar mais um de luta com orgulho. Mas cá entre nós, difícil é. encarar de frente, um desejo seu nos braços outros, que nem sei das intenções, momentâneas ou não, aproveitam e muito uma coisa que inté, pouco tempo, só sua é, e nada menos.

Queria não escrever isso, mas o presente que não sou íntimo nem de perto é o que quero pra ele, não agora.

E eu que vivia tão contente Tive, sim. Outro grande amor antes do teu. Tive, sim. O que ela sonhava eram os meus sonhos e assim, Íamos vivendo em paz.

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[ Leonardo Avelar ]

Parece que esta tudo diferentemas será que esta mesmo?Ou foi o olhar de quem vê?Chega a tarde vai o dia,vida volta a escurecer.Das coisas junto monteMonte esse muita coisanada fácil de escalarVira o tempo, viro esperaum difícil aquietar
…………..
No terceiro ano tudo é pressa de um tempo que se espera muito, e para Bolinha a espera já coçava e avermelhava, de tanto se esfregar, é um tempo que se sabe, determina todos os outros, tempo das escolhas, e de que, de alguma maneira, não se vive plenamente, dia a hora, parece que tem um outro eu querendo saber como vai se comportar em todas as situações, e como tem olhos grande esse eu, e oras, ele não deixa passar nada.
Lembrando Bolinha agora, ele consegue ver pontualmente todos os “sims” e “nãos” que o tornariam outra pessoa, ruim ou melhor, mas outra. Em sua cabeça, que só pra se machucar um pouco, ele lembra, com muito menos cabelos que gostaria, está marcado todos esses tempos, e ele mais que lembra, consegue sentir o cheiro.
O tempo é uma coisa que realmente se esvai. Do aqui ao ali, menos que segundo. E pior, depois se perde mais não sei quantas horas tentando recuperar esse tempo que não se encontra mais, tempo em aceitar pra lá deixar. Bateria arriada.
Nesse tempo de colégio, deixamos de ser meninos, sem vontade parar de pensar em ser jogador de futebol famoso ou guitarrista de banda gigante, pra querer ser engenheiro, advogado ou outra coisa que nossos pais desejam como caminho certo, coisas das quais sabemos o nome, mas nada mais que isso. Opções de curso que escolhemos pela seguinte equação, concorrentes divididos pelo esforço que vamos dedicar ao estudo. Bolinha escolheu uma opção com poucos candidatos/vaga.
Curso barato e de fácil acesso, com gente que acreditava junto, apoiando em cima. Uma promessa, mas o dia a dia das contas e matérias iguais com predicados diferentes, não trazia o sorriso de ir, dia a dia no ônibus vermelho. E antes que acabasse com ele, o curso largou.
Voltou para fantasticar a vida, encarou o preço e as perdas disso, encarou o demorar do resultado, encarou o tempo. E nesse tempo de lembranças de fotos amareladas, ele viu que era bom, e veio a tarde e a manhã. Terceiro dia.
 
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[ Leonardo Avelar ]

Parece que esta tudo diferente
mas será que esta mesmo?
Ou foi o olhar de quem vê?
Chega a tarde vai o dia,
vida volta a escurecer.

Das coisas junto monte
Monte esse muita coisa
nada fácil de escalar
Vira o tempo, viro espera
um difícil aquietar

…………..

No terceiro ano tudo é pressa de um tempo que se espera muito, e para Bolinha a espera já coçava e avermelhava, de tanto se esfregar, é um tempo que se sabe, determina todos os outros, tempo das escolhas, e de que, de alguma maneira, não se vive plenamente, dia a hora, parece que tem um outro eu querendo saber como vai se comportar em todas as situações, e como tem olhos grande esse eu, e oras, ele não deixa passar nada.

Lembrando Bolinha agora, ele consegue ver pontualmente todos os “sims” e “nãos” que o tornariam outra pessoa, ruim ou melhor, mas outra. Em sua cabeça, que só pra se machucar um pouco, ele lembra, com muito menos cabelos que gostaria, está marcado todos esses tempos, e ele mais que lembra, consegue sentir o cheiro.

O tempo é uma coisa que realmente se esvai. Do aqui ao ali, menos que segundo. E pior, depois se perde mais não sei quantas horas tentando recuperar esse tempo que não se encontra mais, tempo em aceitar pra lá deixar. Bateria arriada.

Nesse tempo de colégio, deixamos de ser meninos, sem vontade parar de pensar em ser jogador de futebol famoso ou guitarrista de banda gigante, pra querer ser engenheiro, advogado ou outra coisa que nossos pais desejam como caminho certo, coisas das quais sabemos o nome, mas nada mais que isso. Opções de curso que escolhemos pela seguinte equação, concorrentes divididos pelo esforço que vamos dedicar ao estudo. Bolinha escolheu uma opção com poucos candidatos/vaga.

Curso barato e de fácil acesso, com gente que acreditava junto, apoiando em cima. Uma promessa, mas o dia a dia das contas e matérias iguais com predicados diferentes, não trazia o sorriso de ir, dia a dia no ônibus vermelho. E antes que acabasse com ele, o curso largou.

Voltou para fantasticar a vida, encarou o preço e as perdas disso, encarou o demorar do resultado, encarou o tempo. E nesse tempo de lembranças de fotos amareladas, ele viu que era bom, e veio a tarde e a manhã. Terceiro dia.

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[ Leonardo Avelar ]

Gênesis 1
No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Nesse espaço de tempo de tamanhos gigantes, surge assim, meio sem jeito, Bolinha, menino bom que ele só, coisa fina, de coisa atoa, veio do amor, coisa primeira, enchendo o dia, dando trabalho pra quem gosta de estar junto, bem pequeno, com parte defeituosas, dando trabalho. E Deus chamou à luz Dia, ao menino Bolinha. e às trevas chamou Noite, e ao pedaço que falta, solidão. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. 
E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E separou-se então joio do trigo, mesmo que não se entenda o ser joio, sabe-se de sempre em sempre que coisa má há de ser, pois de mãe pra mãe se fala, e assim por diante, como coisa que se deve ficar longe, como fio desencapado, panela fervendo e bicho peçonhento. E fez Deus a expansão, e fez a separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão, e assim foi. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
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[ Leonardo Avelar ]

Gênesis 1

No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Nesse espaço de tempo de tamanhos gigantes, surge assim, meio sem jeito, Bolinha, menino bom que ele só, coisa fina, de coisa atoa, veio do amor, coisa primeira, enchendo o dia, dando trabalho pra quem gosta de estar junto, bem pequeno, com parte defeituosas, dando trabalho. E Deus chamou à luz Dia, ao menino Bolinha. e às trevas chamou Noite, e ao pedaço que falta, solidão. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. 

E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E separou-se então joio do trigo, mesmo que não se entenda o ser joio, sabe-se de sempre em sempre que coisa má há de ser, pois de mãe pra mãe se fala, e assim por diante, como coisa que se deve ficar longe, como fio desencapado, panela fervendo e bicho peçonhento. E fez Deus a expansão, e fez a separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão, e assim foi. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.

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[ Leonardo Avelar ]

Roçar
Bolinha está no trem, de cochilo, bom assim que a gente pode falar dele, baixinho, pra não despertar. Bolinha tem uma dúvida, talvez a maior, ou melhor, talvez maior que o amor. o porque da escolha, do como fazer.
por partes… vou sussurrar no ouvido, pois dizem que no sono se pode aprender, e assim, de manso, talvez ele guarde alguma coisa que preste nessa sua cabeça dura, então … o ato de querer alguma coisa é o mesmo que deixar de querer todas as outras do gênero, mais do que isso é angústia.
Bolinha tem um querer em mente e se pergunta, será? ela não usa saia como gosta e ele se pergunta, será? ela não conta piadas o tempo todo e ele se pergunta, será? ela não faz bola de chiclete e ele se pergunta, será? os amigos acham que não, os nem tanto acham que sim, o problema é que quando contamos algo, o nosso egoísmo só enxerga o nosso ponto de vista das relações conflitas, e os queridos amigos querem mesmo é nos defender. mania boa.
Bolinha gosta de filmes, pois neles existe sempre encontros inesperados e combinações mágicas que os românticos que os escrevem, sonhavam acontecer nas vidas próprias, pra querer um enfim, viverem felizes para sempre. mas esse encontro foi assim não, pra começar quem quis primeiro foi a moça, por estranho que seja foi, e ele não soube o que fazer, ele dúvida, ela querer.
Bolinha quer demais e por demais perde por isso. já falei até mas não me escuta, gosta de fazer cara de bravo e passar pra frente o não. vai gostar. tá ficando velho, cansei de avisar.
Bolinha não se perdoa, inventa motivos, foge do enfrentamento, pois escolher amar é como escolher um lugar, é escolher deixar de estar em tantos outros pra nesse pisar forte, ser real aqui. parar de fazer turismo, criar raiz. ser encontro. meu medo é achar que o tempo dele tá que passa rápido, e de longe vejo, vejo o trem da vida passar trilhos e trilhos e esse roteiro escrito a lápis, mudar a cada estação.
pensando bem vou falar bem alto, quem sabe assim Bolinha acorda:
O AMOR É A SOMA DE TUDO. DE TUDO QUE FIZEMOS, DE TUDO QUE GOSTAMOS, SENTIMOS E QUEREMOS. E SE SOMAR OS DOIS LADOS E AINDA QUERER. ACREDITE NA VONTADE!

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[ Leonardo Avelar ]

Roçar

Bolinha está no trem, de cochilo, bom assim que a gente pode falar dele, baixinho, pra não despertar. Bolinha tem uma dúvida, talvez a maior, ou melhor, talvez maior que o amor. o porque da escolha, do como fazer.

por partes… vou sussurrar no ouvido, pois dizem que no sono se pode aprender, e assim, de manso, talvez ele guarde alguma coisa que preste nessa sua cabeça dura, então … o ato de querer alguma coisa é o mesmo que deixar de querer todas as outras do gênero, mais do que isso é angústia.

Bolinha tem um querer em mente e se pergunta, será? ela não usa saia como gosta e ele se pergunta, será? ela não conta piadas o tempo todo e ele se pergunta, será? ela não faz bola de chiclete e ele se pergunta, será? os amigos acham que não, os nem tanto acham que sim, o problema é que quando contamos algo, o nosso egoísmo só enxerga o nosso ponto de vista das relações conflitas, e os queridos amigos querem mesmo é nos defender. mania boa.

Bolinha gosta de filmes, pois neles existe sempre encontros inesperados e combinações mágicas que os românticos que os escrevem, sonhavam acontecer nas vidas próprias, pra querer um enfim, viverem felizes para sempre. mas esse encontro foi assim não, pra começar quem quis primeiro foi a moça, por estranho que seja foi, e ele não soube o que fazer, ele dúvida, ela querer.

Bolinha quer demais e por demais perde por isso. já falei até mas não me escuta, gosta de fazer cara de bravo e passar pra frente o não. vai gostar. tá ficando velho, cansei de avisar.

Bolinha não se perdoa, inventa motivos, foge do enfrentamento, pois escolher amar é como escolher um lugar, é escolher deixar de estar em tantos outros pra nesse pisar forte, ser real aqui. parar de fazer turismo, criar raiz. ser encontro. meu medo é achar que o tempo dele tá que passa rápido, e de longe vejo, vejo o trem da vida passar trilhos e trilhos e esse roteiro escrito a lápis, mudar a cada estação.

pensando bem vou falar bem alto, quem sabe assim Bolinha acorda:

O AMOR É A SOMA DE TUDO. DE TUDO QUE FIZEMOS, DE TUDO QUE GOSTAMOS, SENTIMOS E QUEREMOS. E SE SOMAR OS DOIS LADOS E AINDA QUERER. ACREDITE NA VONTADE!

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[ Leonardo Avelar ]

Mendes
‎É querer estar num lugar só,inteiro.escolher, essee só.do que ficar em pedacinhosem tantos outros de passagem.
………………………………
[ Leonardo Avelar ]

Mendes

‎É querer estar num lugar só,
inteiro.
escolher, 
esse
e só.
do que ficar em pedacinhos
em tantos outros 
de passagem.

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[ Leonardo Avelar ]

Francesa
Pensei muito no dia de ontem e nos de antes, e pensei bem. Pensei no orgulho e no peso dele, e pensei bem. Apesar dos pesares, dos atos despropositados eu quero estar, mesmo que não junto.Quero passar pra frente. Prefiro isso do que o simples deixa e que se… nada disso, eu sinto, e acredito e sempre vou acreditar no que eu sinto, que somos mais que isso, e acredito que você é muita coisa.Mas mesmo assim, pra mim, ficar junto é mais que isso. Mais que os pesares todos.Mas tanto é um sentimento meu, e só. O que você sente eu só posso supor, e como desliga sempre o face quando te aperto,fico só com as suposições, e assim pra mim não dá, finita o querer.Mas virar as costas seria fácil, mas o fácil pra mim não me comove. Gosto do gasto.Então me afasto sem querer sumir. Quero ajudar. E quero muito. Mas quero deixar você respirar.Não sei dizer se alguém errou, mas acho melhor assim. Afinal nem nada tenho pra tomar partido, e sofrer por algo que nem tive, e de se despedaçar por pouco.Tenho carinho sim, e tanto. Tenho vontade sim, e muita. Mas o futuro me dirá se ela acaba ou aumenta. se fica só um ou os dois.Agora sendo prático, deixo o respeito. É o de valor que posso te dar no momento.Assim passo a bola pra voçê. Depende do seu querer, o cuidar de você mesma.
……………………………………………. Leonardo Avelar

Francesa

Pensei muito no dia de ontem e nos de antes, e pensei bem. Pensei no orgulho e no peso dele, e pensei bem. Apesar dos pesares, dos atos despropositados eu quero estar, mesmo que não junto.Quero passar pra frente. Prefiro isso do que o simples deixa e que se… nada disso, eu sinto, e acredito e sempre vou acreditar no que eu sinto, que somos mais que isso, e acredito que você é muita coisa.
Mas mesmo assim, pra mim, ficar junto é mais que isso. Mais que os pesares todos.Mas tanto é um sentimento meu, e só. O que você sente eu só posso supor, e como desliga sempre o face quando te aperto,fico só com as suposições, e assim pra mim não dá, finita o querer.
Mas virar as costas seria fácil, mas o fácil pra mim não me comove. Gosto do gasto.Então me afasto sem querer sumir. Quero ajudar. E quero muito. Mas quero deixar você respirar.
Não sei dizer se alguém errou, mas acho melhor assim. Afinal nem nada tenho pra tomar partido, e sofrer por algo que nem tive, e de se despedaçar por pouco.Tenho carinho sim, e tanto. Tenho vontade sim, e muita. Mas o futuro me dirá se ela acaba ou aumenta. se fica só um ou os dois.
Agora sendo prático, deixo o respeito. É o de valor que posso te dar no momento.
Assim passo a bola pra voçê. Depende do seu querer, o cuidar de você mesma.

……………………………………………. 
Leonardo Avelar

Cheiro
Hoje tentei lembrar de você,do nosso junto,do nosso espelho.Fechei os olhos pra ver melhor.E assim percorri nossos caminhosNossas indas e vindasDas coisas boasDo nosso primeiro beijo.Hoje tentei lembrar de você,do nosso crescer,do nosso todo.Voltei a lugares conhecidosE assim reconheci nossos gostos Nossas horas e diasEntre sabores bonsDe jantares longos.Hoje tentei lembrar de você,do nosso amadurecer,do nosso daqui pra sempre.Coloquei nossas trilhasAssim combinadas nossasUm pouco de Belchior e LegiãoMuito de Los Hermanos.Em alto e bom som.Hoje tentei lembrar de você,do nosso querer todo,do compromisso.Andei pelos sentidos sem conseguirPois imaginar só já não queriaEra preciso sentirE um turbilhão se fezAo abrir o seu frascoPequeno frasco perfumadoE então eu não só lembreiEuTodo entregaPude viver O que é sentir Vocé Inteira.

………………………………………………………
[ Leonardo Avelar ]

Cheiro

Hoje tentei lembrar de você,
do nosso junto,
do nosso espelho.

Fechei os olhos pra ver melhor.
E assim percorri nossos caminhos
Nossas indas e vindas
Das coisas boas
Do nosso primeiro beijo.

Hoje tentei lembrar de você,
do nosso crescer,
do nosso todo.

Voltei a lugares conhecidos
E assim reconheci nossos gostos 
Nossas horas e dias
Entre sabores bons
De jantares longos.

Hoje tentei lembrar de você,
do nosso amadurecer,
do nosso daqui pra sempre.

Coloquei nossas trilhas
Assim combinadas nossas
Um pouco de Belchior e Legião
Muito de Los Hermanos.
Em alto e bom som.

Hoje tentei lembrar de você,
do nosso querer todo,
do compromisso.

Andei pelos sentidos sem conseguir
Pois imaginar só já não queria
Era preciso sentir
E um turbilhão se fez
Ao abrir o seu frasco
Pequeno frasco perfumado
E então eu não só lembrei

Eu
Todo entrega
Pude viver 
O que é sentir 
Vocé 
Inteira.

………………………………………………………

[ Leonardo Avelar ]

Nostalgia
Davi, grande nome, diz o livro que foi o maior rei, mas o que ficou, pra mim, foi o substantivo estrela, a orientação, se tempos tantos atrás guiou os três, talvez, tempos agora guie a mim, nesse nosso tentar entre produção, controller, atendimento e agora redator. um dos sonhos maiores.
Talvez eu me encontre sim.
Confidenciar uma coisa, saindo daí e chegando ali na academia, os pesos, tão habituais por tempos, se descobriram somados. onde levantava 35, nem 20 subia, e assim por assim, menor fiquei, me senti fraco. fisicamente.
Talvez eu me perca sim.
Compartilhar uma coisa, chegando de lá e chegando aqui, minha casa, tão habitual por anos, se descobre mudada, onde se via uma mesa, agora caixinhas, fios, plugs e manuais de instrução. tinha chegado o esperado celular que mãe comprou, e assim por assim, maior fiquei, ensinando como por foto, música preferida e a ligar o viva voz. me senti vivo. emocionalmente.Minha mãe esperava por mim pra contar, dividir, somar. Queria estrear comigo todas as funções possíveis de um aparelho novo, desconhecido e esperado, mas que logo ficou pra depois, quando as risadas e beijos de cada botão descoberto, se fez presente.
………………E é com isso que eu penso, melhor, que sinto, pra poder falar de mãe. Pra falar do ofício.……………..
Ser mãe é ser espera, um desapego. Um dom. Um amor ao próximo maior que a si mesmo. Um ensinamento. Um lugar de estar, como aquela árvore conhecida, de onde sempre se pode contar com a sombra.
É um querer bem tão puro, que chamar de amor é diminuir o sentimento.E assim é a minha, E assim é a sua. E assim é você.Mãe é tudo igual. Por isso, única!
Nosso sincero carinho, nesse dia de lembranças, que não apaga o querer bem, de todos os outros.
 
………………………………………………………
[ Leonardo Avelar ]

Nostalgia


Davi, grande nome, diz o livro que foi o maior rei, mas o que ficou, pra mim, foi o substantivo estrela, a orientação, se tempos tantos atrás guiou os três, talvez, tempos agora guie a mim, nesse nosso tentar entre produção, controller, atendimento e agora redator. um dos sonhos maiores.

Talvez eu me encontre sim.

Confidenciar uma coisa, saindo daí e chegando ali na academia, os pesos, tão habituais por tempos, se descobriram somados. onde levantava 35, nem 20 subia, e assim por assim, menor fiquei, me senti fraco. fisicamente.

Talvez eu me perca sim.

Compartilhar uma coisa, chegando de lá e chegando aqui, minha casa, tão habitual por anos, se descobre mudada, onde se via uma mesa, agora caixinhas, fios, plugs e manuais de instrução. tinha chegado o esperado celular que mãe comprou, e assim por assim, maior fiquei, ensinando como por foto, música preferida e a ligar o viva voz. me senti vivo. emocionalmente.
Minha mãe esperava por mim pra contar, dividir, somar. Queria estrear comigo todas as funções possíveis de um aparelho novo, desconhecido e esperado, mas que logo ficou pra depois, quando as risadas e beijos de cada botão descoberto, se fez presente.

………………
E é com isso que eu penso, melhor, que sinto, pra poder falar de mãe. Pra falar do ofício.
……………..

Ser mãe é ser espera, um desapego. Um dom. Um amor ao próximo maior que a si mesmo. Um ensinamento. Um lugar de estar, como aquela árvore conhecida, de onde sempre se pode contar com a sombra.

É um querer bem tão puro, que chamar de amor é diminuir o sentimento.
E assim é a minha, E assim é a sua. E assim é você.
Mãe é tudo igual. P
or isso, única!

Nosso sincero carinho, nesse dia de lembranças, que não apaga o querer bem, de todos os outros.

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[ Leonardo Avelar ]

22:40
te contar uma coisa; sim; acho que já comecei a dizer, eu estava em dias negros, cinzentos; sim; perdi algumas coisas que pra mim eram tantas e por dever de ofício, do humano, eu queria desistir, tava estranho, sem nem gostar de mim, sem cor.
ae … sem rodeios, você apareceu, me despertou coisas sim, que gosto de ter e eu já tinha visto esse filme, e então fiz as contas e os meus 500 dias iam dar exato dia 4 de dezembro do ano passado, dia que a gente ia encontrar de novo.
cheguei a pensar que você seria. meu outono; mas; não sei o que você pensa ao saber disso; que não posso ser; bom… é isso.
 ;me desculpe, mas não posso ser o outono de ninguém; 
me desculpe, mas você pode ser muita coisa.
 
 
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[ Leonardo Avelar ]

22:40

te contar uma coisa; sim; acho que já comecei a dizer, eu estava em dias negros, cinzentos; sim; perdi algumas coisas que pra mim eram tantas e por dever de ofício, do humano, eu queria desistir, tava estranho, sem nem gostar de mim, sem cor.

ae … sem rodeios, você apareceu, me despertou coisas sim, que gosto de ter e eu já tinha visto esse filme, e então fiz as contas e os meus 500 dias iam dar exato dia 4 de dezembro do ano passado, dia que a gente ia encontrar de novo.

cheguei a pensar que você seria. meu outono; mas; não sei o que você pensa ao saber disso; que não posso ser; bom… é isso.

 ;me desculpe, mas não posso ser o outono de ninguém; 

me desculpe, mas você pode ser muita coisa.

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[ Leonardo Avelar ]

f.
e que fazer se agora estou normal, e poucas coisas ao redor me fazem mal, sem tem o que me apoiar, no meu lamoriar constante, e o que fazer se o sorriso sai fácil então, se o peso das coisas emagreceram, em que pensar agora se o fim não é mais um querer.
o que temer agora se perto de mim, o amor cresce cresce, se agora as cores aumentam e o meu olhar bate o pé quando olho pra baixo, o que fazer se o que arranha a pele passa logo logo e a correria do desejo de querer quer mais devagar se ajeita.
beco
e começa com Elvis e termina com red hot.
a vida se descobriu vermelha, e que é cinza é coisa minha, mas o desbotar que insistia, isso não mais.

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[ Leonardo Avelar ]

f.

e que fazer se agora estou normal, e poucas coisas ao redor me fazem mal, sem tem o que me apoiar, no meu lamoriar constante, e o que fazer se o sorriso sai fácil então, se o peso das coisas emagreceram, em que pensar agora se o fim não é mais um querer.

o que temer agora se perto de mim, o amor cresce cresce, se agora as cores aumentam e o meu olhar bate o pé quando olho pra baixo, o que fazer se o que arranha a pele passa logo logo e a correria do desejo de querer quer mais devagar se ajeita.

beco

e começa com Elvis e termina com red hot.

a vida se descobriu vermelha, e que é cinza é coisa minha, mas o desbotar que insistia, isso não mais.

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[ Leonardo Avelar ]

(Source: notes.analogdialog.com)

Rubra
ahh… estou bem, tateando o vento. sem o encosto da dor, do não. sim, eu estou bem. por momento breve que sei, esse agora, durante as letras de tipo, digito o bem, que estou nele. sinto calor mas não me apavora, o que me apavora é a falta dos meus medos.
o caminho já é quiném chegar, ar, coisa que busco, aqui agora, a beira, me esbarrando enfim. fim. se foram felizes para sempre for isso, é bom, mas achei que era mais, afinal, tenho que valorizar a minha dor. mesmo que passada. e que passa bem. e e que fique doendo por lá.
pensei que me reconhecia assim, menor, mas é jeito de se pensar, pensamentos vem e vão, água e areia, e o meu incendeia é maior, bem maior que o nó. nunca pensei mas é. e pior é ter vergonha de ter orgulho disso, mas estou aprendendo.
e se não tivesse o amor? pra que nada seria. não mais tsc tsc, deixo o tempo levar, devagar sei que foi, demorar sei que vai, mas me falta o amor e esse eu sei esperar. e do jeito que me encontro enamorado com a vida, acho que de longe já consigo espiar, e o que vejo são filhotes de elefantes, meias listradas e água gelada com chocolate.
conselhos repetidos, tolos e de bom grado. se é pra somar venha a mim, as vezes ou sempre temos que perder pra ganhar muito depois, nem que pra isso a vaca tenha que ir pro brejo e os seus pés elamear.
Deus nos detalhes e imensidão no agir. Um por vez.
e da madrugada eu irei sempre gostar.

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[ Leonardo Avelar ]

Rubra

ahh… estou bem, tateando o vento. sem o encosto da dor, do não. sim, eu estou bem. por momento breve que sei, esse agora, durante as letras de tipo, digito o bem, que estou nele. sinto calor mas não me apavora, o que me apavora é a falta dos meus medos.

o caminho já é quiném chegar, ar, coisa que busco, aqui agora, a beira, me esbarrando enfim. fim. se foram felizes para sempre for isso, é bom, mas achei que era mais, afinal, tenho que valorizar a minha dor. mesmo que passada. e que passa bem. e e que fique doendo por lá.

pensei que me reconhecia assim, menor, mas é jeito de se pensar, pensamentos vem e vão, água e areia, e o meu incendeia é maior, bem maior que o nó. nunca pensei mas é. e pior é ter vergonha de ter orgulho disso, mas estou aprendendo.

e se não tivesse o amor? pra que nada seria. não mais tsc tsc, deixo o tempo levar, devagar sei que foi, demorar sei que vai, mas me falta o amor e esse eu sei esperar. e do jeito que me encontro enamorado com a vida, acho que de longe já consigo espiar, e o que vejo são filhotes de elefantes, meias listradas e água gelada com chocolate.

conselhos repetidos, tolos e de bom grado. se é pra somar venha a mim, as vezes ou sempre temos que perder pra ganhar muito depois, nem que pra isso a vaca tenha que ir pro brejo e os seus pés elamear.

Deus nos detalhes e imensidão no agir. Um por vez.

e da madrugada eu irei sempre gostar.

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[ Leonardo Avelar ]

Cabeça

meu filho, vou cuidar pra sempre do seu bem.presente gigante,que engana os dias cinzas e colore todos os outros.coisa toda,de alegria de estar junto,da saudade do por perto,das coisas que faremos.dizer que amo é diminuir o sentimento.
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[ Leonardo Avelar ]

Cabeça

meu filho, 
vou cuidar pra sempre do seu bem.

presente gigante,
que engana os dias cinzas 
e colore todos os outros.

coisa toda,
de alegria de estar junto,
da saudade do por perto,
das coisas que faremos.

dizer que amo é diminuir o sentimento.

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[ Leonardo Avelar ]

Moçoila
Hoje, nem tão menino, ele esteve a olhar fotos da escola, algumas. 
Algumas, mas devagar…Por horas olhando seus olhos, pele, boca, cabelo, sorriso, e corpo, como eram antes.E claro, percebendo a passagem de uns por cima dos outros, memorando os beijos pedidos, seus bilhetes com “x” e as várias faces do todo. Revirando sua caixa de sapatos, suas cartas desbotadas ainda escritas a mão,lembrou de segredos bons, de tempos mais brandos, e deixou escorrer os olhos, sem culpa, como da primeira vez.Um desses bons segredos, desses que a viva conta baixinho e que podem nos acompanhar bem pra lá do depois, pode bem ser um segredo assim: O menino vê a menina e se encanta, vem o frio e o calor, o medo de ir se junta com a vontade de querer estar junto. Imediato canto.A Moçoila ainda pequena, usa saia com bolinhas e pulseiras coloridas.Coisas de menina e ela gosta disso.Ele procura saber e descobre que ela não gosta do escuro e nem do trovão. Não gosta de não ser amada., gosta de se sentir segura. Gosta do sorriso fácil, do dia cheio e o do viver leve.Ele já gosta. Mas é segredo!!! Ele tem poucos anos e sendo assim, torce para o seu time, assiste desenhos animados e masca chicletes.Coisas de menino e ele gosta disso.Tudo ainda é grande demais, infinito demais pra se pensar em juntar, planejar, escolher… por hora é só viver.Mas belo dia, numa tarde de uma terça qualquer, um “oi”. Ruborizar da pele. E o jamais se torna - porque não?Ele uma vez pensou que era pequeno, que não tinha muito a somar, uma vez pensou sim. Uma vez olhou pra ela, e disse: Que bom você aqui, minha escolhida! E outro dia olhou pra ela e pensou isso de novo, e de novo, e de novo…Viu aumentar, seu sorriso sincero, seu desejo de querer bem, por apenas querer. E os dois gostaram disso.E souberam esperar nesses dias tantos, comemorar o tanto juntos.Do bem danado que faz, o ir e vir do receber carinho.Da troca. Do ser cúmplice.Porque andar sozinho, se podiam agora juntos flutuar?…………………………………[ Leonardo Avelar ]

Moçoila

Hoje, nem tão menino, ele esteve a olhar fotos da escola, algumas. 

Algumas, mas devagar…

Por horas olhando seus olhos, pele, boca, 
cabelo, sorriso, e corpo, como eram antes.
E claro, percebendo a passagem de uns por cima dos outros, 
memorando os beijos pedidos, seus bilhetes com “x” e as várias faces do todo. 

Revirando sua caixa de sapatos, suas cartas desbotadas ainda escritas a mão,
lembrou de segredos bons, de tempos mais brandos, 
e deixou escorrer os olhos, sem culpa, como da primeira vez.

Um desses bons segredos, desses que a viva conta baixinho 
e que podem nos acompanhar bem pra lá do depois, 
pode bem ser um segredo assim: 

O menino vê a menina e se encanta, vem o frio e o calor, 
o medo de ir se junta com a vontade de querer estar junto. 
Imediato canto.

A Moçoila ainda pequena, usa saia com bolinhas e pulseiras coloridas.
Coisas de menina e ela gosta disso.

Ele procura saber e descobre que ela não gosta do escuro e nem do trovão. 
Não gosta de não ser amada., gosta de se sentir segura. 
Gosta do sorriso fácil, do dia cheio e o do viver leve.

Ele já gosta. Mas é segredo!!! 
Ele tem poucos anos e sendo assim, 
torce para o seu time, assiste desenhos animados e masca chicletes.
Coisas de menino e ele gosta disso.

Tudo ainda é grande demais, infinito demais pra se pensar em juntar, 
planejar, escolher… por hora é só viver.

Mas belo dia, numa tarde de uma terça qualquer, um “oi”. 
Ruborizar da pele. E o jamais se torna - porque não?

Ele uma vez pensou que era pequeno, que não tinha muito a somar, 
uma vez pensou sim. 
Uma vez olhou pra ela, e disse: Que bom você aqui, minha escolhida! 
E outro dia olhou pra ela e pensou isso de novo, e de novo, e de novo…

Viu aumentar, seu sorriso sincero, seu desejo de querer bem, por apenas querer. 
E os dois gostaram disso.

E souberam esperar nesses dias tantos, comemorar o tanto juntos.
Do bem danado que faz, o ir e vir do receber carinho.
Da troca. Do ser cúmplice.

Porque andar sozinho, se podiam agora juntos flutuar?

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[ Leonardo Avelar ]

Hoje me sinto decepcionado, e por assim direi diretamente a quem, dama de preto, repudiada, mal vista e bem menos ainda desejada, juro que tento te entender, durante os meus anos, e até ia me saindo bem, mas me parece que por pura vaidade me enfretastes assim, e pior, não comigo, mas com quem gosto e estava aprendendo de vez só a gostar mais, pra mim és uma invejosa, invejosa da sua irmã vida, tão presente no momento em que quis roubar a cena, sem ser chamada, penetra, teve inveja sim, do compartilhar, da intimidade, da costumar que os meus tem com a beleza da vida, do gostar de estar junto, do tão bom que estava, me esperou pegar no sono cansaço, pra me por essa pedra no caminho, e por narciso, findou um caminho que ia belo, como belo foi até agora. Inveja dos demais, por demais ser só.
Confesso que, tenho medo agora, nunca me encontrei contigo assim, de quase frente, de rasteira. De agora em diante olho pra trás, pra ver se esgueira querendo mais aprontar. Ou será só isso mesmo? Querer definhar meus sonhos, de viver mais, e junto e bem.
Tem inveja da nossa humanidade. Do nosso poder ver esperança. De poder ver/fazer coisas belas. Tem inveja da nossa cor, do nosso poder colorir. Coisa negra, coisa preta, escuro e pó. De engolir a luz dos outros, deve ser por isso, vive da perda. 
Juro que tinha por mim te entender em vida. Dessa enterna renovação da vida humana, cheguei a ter dó. Dessa eterno trabalho de noticiar o pior. Mas não mais… foi agressiva demais e sinto como que foi pessoal. 
Tenho medo, mas quando chegar o meu dia, vou te encarar de frente, nessa sua casca de cigarra vazia e contar tudo o que fiz, de todas as oportunidades de alegria e prazer que tive, e enquanto rasga a minha alma mais uma vez, rir da sua sua inveja de não poder sentir.

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[ Leonardo Avelar ]

Hoje me sinto decepcionado, e por assim direi diretamente a quem, dama de preto, repudiada, mal vista e bem menos ainda desejada, juro que tento te entender, durante os meus anos, e até ia me saindo bem, mas me parece que por pura vaidade me enfretastes assim, e pior, não comigo, mas com quem gosto e estava aprendendo de vez só a gostar mais, pra mim és uma invejosa, invejosa da sua irmã vida, tão presente no momento em que quis roubar a cena, sem ser chamada, penetra, teve inveja sim, do compartilhar, da intimidade, da costumar que os meus tem com a beleza da vida, do gostar de estar junto, do tão bom que estava, me esperou pegar no sono cansaço, pra me por essa pedra no caminho, e por narciso, findou um caminho que ia belo, como belo foi até agora. Inveja dos demais, por demais ser só.

Confesso que, tenho medo agora, nunca me encontrei contigo assim, de quase frente, de rasteira. De agora em diante olho pra trás, pra ver se esgueira querendo mais aprontar. Ou será só isso mesmo? Querer definhar meus sonhos, de viver mais, e junto e bem.

Tem inveja da nossa humanidade. Do nosso poder ver esperança. De poder ver/fazer coisas belas. Tem inveja da nossa cor, do nosso poder colorir. Coisa negra, coisa preta, escuro e pó. De engolir a luz dos outros, deve ser por isso, vive da perda.

Juro que tinha por mim te entender em vida. Dessa enterna renovação da vida humana, cheguei a ter dó. Dessa eterno trabalho de noticiar o pior. Mas não mais… foi agressiva demais e sinto como que foi pessoal. 

Tenho medo, mas quando chegar o meu dia, vou te encarar de frente, nessa sua casca de cigarra vazia e contar tudo o que fiz, de todas as oportunidades de alegria e prazer que tive, e enquanto rasga a minha alma mais uma vez, rir da sua sua inveja de não poder sentir.

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[ Leonardo Avelar ]

O silêncio é uma folha de papel em branco
O que existe se não o silêncio interrompido? Toda fala e toda a escuta entre as pausas, entre vírgulas, nem sempre amigas, suspiros de querer. 
O que fazer sem suas pausas? Sem a certeza de chegar e ver de novo? 
coisa toda,
de alegria de estar junto,da saudade do por perto e das coisas que faremos.
Fico em silêncio, de espelho de mim, pra sentir os pormenores da gigante vontade. Um ganhar por dia, que a sorte divina, faz renascer as oito e meia, e meia volta eu vou dando, enganando os do contra que insiste a incomodar. 
Vou por um ponto final pra viver o presente.
presente gigante,
que engana os dias cinzas e colore todos os outros.
Sei que a gente se esbarra, pois 24 horas bom é ilusão de tudo, querer se enganar, pois tem todo o certo e o errado, mas tem também todo o resto!
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[ Leonardo Avelar ] 

O silêncio é uma folha de papel em branco

O que existe se não o silêncio interrompido? Toda fala e toda a escuta entre as pausas, entre vírgulas, nem sempre amigas, suspiros de querer. 

O que fazer sem suas pausas? Sem a certeza de chegar e ver de novo? 

coisa toda,

de alegria de estar junto,
da saudade do por perto e das coisas que faremos.

Fico em silêncio, de espelho de mim, pra sentir os pormenores da gigante vontade. Um ganhar por dia, que a sorte divina, faz renascer as oito e meia, e meia volta eu vou dando, enganando os do contra que insiste a incomodar. 

Vou por um ponto final pra viver o presente.

presente gigante,

que engana os dias cinzas 
e colore todos os outros.

Sei que a gente se esbarra, pois 24 horas bom é ilusão de tudo, querer se enganar, pois tem todo o certo e o errado, mas tem também todo o resto!

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[ Leonardo Avelar ] 

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A primeira impressão... Dizem que a primeira impressão é a que fica. Mas isso, é claro, é só a primeira impressão. Sou Mineiro de Belo Horizonte, libriano sem saber bem o que isso quer dizer. Sou calmo na maioria das situações, mas naquelas em que ter calma é o mais importante... não! Mudando com esse idéia de querer mudar! Juntava chapinhas de Coca-Cola pra trocar por iô-iô e comia Mirabel com Fanta Limão no recreio. Detesto acordar cedo. Acredito em conspirações. Pra mim, o homem não chegou na Lua ainda. "O dia mente a cor da noite. E o diamante a cor dos olhos. Os olhos mentem dia e noite a dor da gente". Tenho preguiça de escovar os dentes (mas escovo). Tenho insônia. Pra distrair, aprendi a gostar de ler. Gosto então de ler de madrugada. Jamiroquai é a melhor banda do mundo. Amo Adidas... mas só tenho 1 e dois All Stars. Aposto 10 Balas Chita com quem quiser que ainda vou ser mais feliz do que sou!!! Sei escutar... com o passar dos anos aprendi a ter paciência. Um, dois, três, Pin, cinco, seis, sete, Pin, nove, dez, onze, Pin... Vejo Deus em todas as coisas. Detesto entrevistas de emprego. Valorizo o beijo. Não gosto de amassar papel. "Se alguém que você amou não te deu o devido valor, faça dele uma música, que você ouviu, curtiu e até dançou, mas que hoje não faz tanto sucesso". Amo demais meu irmão caçula, quer dizer, dizer amar é diminuir o sentimento. Adoro a minha casa, mas sonho em morar sozinho. Detesto gato, cachorro e papagaio. Nunca vi um Urso Panda de perto. O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso. Gosto de macarrão com chá gelado e carne de porco com gordurinha. Não gosto de televisão, prefiro filmes. Procuro pessoas interessantes. Acho que uma orelha minha é menor do que a outra. Nunca consegui montar o Cubo Mágico. Converso alto quando bebo. Me empolgo fácil com as coisas. Aumento as histórias pra ficarem engraçadas. Tive o prazer de colecionar mini-garrafinhas de refrigerante com o logotipo escrito em árabe, russo e japonês. Sorridente quando o coração e os dentes estão limpos. Não existe um fato em toda a minha vida que eu não tenha contado para alguém. As vezes me arrependo disso... Adoro meus amigos... conversar... Não gosto de estar só... de almoçar sozinho. Prefiro a alegria. E quando o amor entrou no meio, o meio virou amor. Adoro teatro. Nunca entendi porque o Dedé fazia parte dos Trapalhões. Saí do emprego em busca de um sonho. Hoje saio do sonho para viver melhor. Faço caminhada pra pensar. Esqueço onde coloco as coisas. Acordo muito chato. Converso melhor sem ôculos. Escuto melhor de olhos fechados. Toddy é muito melhor que Nescau!!! "Tu es dehors de mon coeur parce que tu l'as decidé... t' as place est a l'interieur" Fico tonto com duas cervejas. Sou viciado em Coca-Cola. Coleciono selos e miniaturas de personagens de desenhos. Tenho mania de arrumar minha gaveta e saudades dos tempos de faculdade. Tenho mais ainda de meus avós... É preciso demonstrar amor a quem se ama. Depois que for embora realmente não adianta. Não consigo ficar triste por muito tempo. Tem muita coisa pra fazer, tantas pessoas pra conhecer e lugares pra ir que eu não posso perder muito tempo com isso. Meu cabelo me dá muito trabalho. Queria entender o porque das espinhas. A vinheta da Rede Manchete me dava muito medo. Doce demais enjoa. Quando vou comer coloco o feijão por baixo de tudo. Me entendo bem com crianças, deve ser por viver no Mundo de Peter Pan. Gosto de jogar futebol e ping-pong. Música é fudamental na minha vida. "É preciso força pra sonhar." Tenho boas idéias. Gosto do azul. Coelhos transando é muito engraçado. Acho um absurdo alguém pagar R$220,00 em um boné. Adoro mulher bonita. Por mim, só andava de chinelo. Pra mim, cada relacionamento tem uma música, cada dia tem uma vida, cada momento tem uma chance, cada pessoa tem uma cor. Um pouco de Belchior e Legião. Muito de Los Hermanos! No fim a gente pensa no começo, e a vida sempre continua!!! . ............................................... Leonardo Avelar belo horizonte redator por empolgação leonardo.mraz@gmail.com

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