Hoje me sinto decepcionado, e por assim direi diretamente a quem, dama de preto, repudiada, mal vista e bem menos ainda desejada, juro que tento te entender, durante os meus anos, e até ia me saindo bem, mas me parece que por pura vaidade me enfretastes assim, e pior, não comigo, mas com quem gosto e estava aprendendo de vez só a gostar mais, pra mim és uma invejosa, invejosa da sua irmã vida, tão presente no momento em que quis roubar a cena, sem ser chamada, penetra, teve inveja sim, do compartilhar, da intimidade, da costumar que os meus tem com a beleza da vida, do gostar de estar junto, do tão bom que estava, me esperou pegar no sono cansaço, pra me por essa pedra no caminho, e por narciso, findou um caminho que ia belo, como belo foi até agora. Inveja dos demais, por demais ser só.
Confesso que, tenho medo agora, nunca me encontrei contigo assim, de quase frente, de rasteira. De agora em diante olho pra trás, pra ver se esgueira querendo mais aprontar. Ou será só isso mesmo? Querer definhar meus sonhos, de viver mais, e junto e bem.
Tem inveja da nossa humanidade. Do nosso poder ver esperança. De poder ver/fazer coisas belas. Tem inveja da nossa cor, do nosso poder colorir. Coisa negra, coisa preta, escuro e pó. De engolir a luz dos outros, deve ser por isso, vive da perda.
Juro que tinha por mim te entender em vida. Dessa enterna renovação da vida humana, cheguei a ter dó. Dessa eterno trabalho de noticiar o pior. Mas não mais… foi agressiva demais e sinto como que foi pessoal.
Tenho medo, mas quando chegar o meu dia, vou te encarar de frente, nessa sua casca de cigarra vazia e contar tudo o que fiz, de todas as oportunidades de alegria e prazer que tive, e enquanto rasga a minha alma mais uma vez, rir da sua sua inveja de não poder sentir.
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[ Leonardo Avelar ]
Hoje me sinto decepcionado, e por assim direi diretamente a quem, dama de preto, repudiada, mal vista e bem menos ainda desejada, juro que tento te entender, durante os meus anos, e até ia me saindo bem, mas me parece que por pura vaidade me enfretastes assim, e pior, não comigo, mas com quem gosto e estava aprendendo de vez só a gostar mais, pra mim és uma invejosa, invejosa da sua irmã vida, tão presente no momento em que quis roubar a cena, sem ser chamada, penetra, teve inveja sim, do compartilhar, da intimidade, da costumar que os meus tem com a beleza da vida, do gostar de estar junto, do tão bom que estava, me esperou pegar no sono cansaço, pra me por essa pedra no caminho, e por narciso, findou um caminho que ia belo, como belo foi até agora. Inveja dos demais, por demais ser só.
Confesso que, tenho medo agora, nunca me encontrei contigo assim, de quase frente, de rasteira. De agora em diante olho pra trás, pra ver se esgueira querendo mais aprontar. Ou será só isso mesmo? Querer definhar meus sonhos, de viver mais, e junto e bem.
Tem inveja da nossa humanidade. Do nosso poder ver esperança. De poder ver/fazer coisas belas. Tem inveja da nossa cor, do nosso poder colorir. Coisa negra, coisa preta, escuro e pó. De engolir a luz dos outros, deve ser por isso, vive da perda.
Juro que tinha por mim te entender em vida. Dessa enterna renovação da vida humana, cheguei a ter dó. Dessa eterno trabalho de noticiar o pior. Mas não mais… foi agressiva demais e sinto como que foi pessoal.
Tenho medo, mas quando chegar o meu dia, vou te encarar de frente, nessa sua casca de cigarra vazia e contar tudo o que fiz, de todas as oportunidades de alegria e prazer que tive, e enquanto rasga a minha alma mais uma vez, rir da sua sua inveja de não poder sentir.
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[ Leonardo Avelar ]
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