Nostalgia
Davi, grande nome, diz o livro que foi o maior rei, mas o que ficou, pra mim, foi o substantivo estrela, a orientação, se tempos tantos atrás guiou os três, talvez, tempos agora guie a mim, nesse nosso tentar entre produção, controller, atendimento e agora redator. um dos sonhos maiores.
Talvez eu me encontre sim.
Confidenciar uma coisa, saindo daí e chegando ali na academia, os pesos, tão habituais por tempos, se descobriram somados. onde levantava 35, nem 20 subia, e assim por assim, menor fiquei, me senti fraco. fisicamente.
Talvez eu me perca sim.
Compartilhar uma coisa, chegando de lá e chegando aqui, minha casa, tão habitual por anos, se descobre mudada, onde se via uma mesa, agora caixinhas, fios, plugs e manuais de instrução. tinha chegado o esperado celular que mãe comprou, e assim por assim, maior fiquei, ensinando como por foto, música preferida e a ligar o viva voz. me senti vivo. emocionalmente.
Minha mãe esperava por mim pra contar, dividir, somar. Queria estrear comigo todas as funções possíveis de um aparelho novo, desconhecido e esperado, mas que logo ficou pra depois, quando as risadas e beijos de cada botão descoberto, se fez presente.
………………
E é com isso que eu penso, melhor, que sinto, pra poder falar de mãe. Pra falar do ofício.
……………..
Ser mãe é ser espera, um desapego. Um dom. Um amor ao próximo maior que a si mesmo. Um ensinamento. Um lugar de estar, como aquela árvore conhecida, de onde sempre se pode contar com a sombra.
É um querer bem tão puro, que chamar de amor é diminuir o sentimento.
E assim é a minha, E assim é a sua. E assim é você.
Mãe é tudo igual. Por isso, única!
Nosso sincero carinho, nesse dia de lembranças, que não apaga o querer bem, de todos os outros.
………………………………………………………
[ Leonardo Avelar ]
Nostalgia
Davi, grande nome, diz o livro que foi o maior rei, mas o que ficou, pra mim, foi o substantivo estrela, a orientação, se tempos tantos atrás guiou os três, talvez, tempos agora guie a mim, nesse nosso tentar entre produção, controller, atendimento e agora redator. um dos sonhos maiores.
Talvez eu me encontre sim.
Confidenciar uma coisa, saindo daí e chegando ali na academia, os pesos, tão habituais por tempos, se descobriram somados. onde levantava 35, nem 20 subia, e assim por assim, menor fiquei, me senti fraco. fisicamente.
Talvez eu me perca sim.
Compartilhar uma coisa, chegando de lá e chegando aqui, minha casa, tão habitual por anos, se descobre mudada, onde se via uma mesa, agora caixinhas, fios, plugs e manuais de instrução. tinha chegado o esperado celular que mãe comprou, e assim por assim, maior fiquei, ensinando como por foto, música preferida e a ligar o viva voz. me senti vivo. emocionalmente.
Minha mãe esperava por mim pra contar, dividir, somar. Queria estrear comigo todas as funções possíveis de um aparelho novo, desconhecido e esperado, mas que logo ficou pra depois, quando as risadas e beijos de cada botão descoberto, se fez presente.
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E é com isso que eu penso, melhor, que sinto, pra poder falar de mãe. Pra falar do ofício.
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Ser mãe é ser espera, um desapego. Um dom. Um amor ao próximo maior que a si mesmo. Um ensinamento. Um lugar de estar, como aquela árvore conhecida, de onde sempre se pode contar com a sombra.
É um querer bem tão puro, que chamar de amor é diminuir o sentimento.
E assim é a minha, E assim é a sua. E assim é você.
Mãe é tudo igual. Por isso, única!
Nosso sincero carinho, nesse dia de lembranças, que não apaga o querer bem, de todos os outros.
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[ Leonardo Avelar ]
Posted 9 months ago
